
É, acontece. Todos têm muitas dúvidas sobre o que estão sentindo, não sabem se é amor, paixão, ou se apenas gostam da pessoa, algo momentâneo.
Estou aqui para ajudá-los querida pessoa. Não sei se sou a melhor pessoa para ajudá-los pelo momento que estou passando, mas vou tentar.
O amor é quando tudo e todos parecem “oompa loompas” trabalhando pra que tudo dê certo na sua vida quando você esta com ELA ou ELE. No meu caso, acredito estar nesse estágio, mesmo sendo um amor platônico.
Ela é linda, legal e inteligente e eu, um nerd idiota que pensa que ainda vai conseguir um sentimento recíproco por parte dela. Mas mesmo assim, por eu estar amando-a todos e tudo no mundo conspiram a meu favor, principalmente com ela, onde meu universo fica mais cheio de vida, mais animado.
Paixão, é um pouco menos que amor, a diferença é que é menos profundo, você não pensa o tempo todos sobre
a pessoa, não sonha com ela, se preocupa com coisas mais importantes quando necessário, diferente do amor.
Paixonite, odeio esse nome, mas foi a única definição que me veio a mente ao escrever esta coluna. Bom esse é o sentimento no qual os adolescentes de hoje em dia se baseiam para “ficar”. Essa modinha é uma das piores pragas do século XXI. Não há sentimento no “ficar” não sofrimento pela “pessoa amada”, não há emoção.
Enfim, se você começa a gostar de alguém você vai passar por estas três fases. Gostar, se apaixonar e amar. A terceira é a mais sofrida, onde você sente ciúmes por nada, onde você não tira a pessoa da cabeça, você dorme pensando nela(e), acorda pensando nela(e), vai pra escola porque vai vê-la(o), vai pro curso de inglês porque ela(e) está lá, e assim vai.
Sei que essa coluna não é uma coluna pessoal, mas como eu sei que ela lê o site vou contar o meu dilema com ponto de esperança.
Eu amo essa garota, ela é, mesmo não sabendo, uma espécie de bateria pra minha vida. Eu acordo lembrando “droga, tem aula”, mas aí a imagem dela vem na minha cabeça e eu saio de casa com um sorriso no rosto. Termina a aula nas terças e quintas-feiras e eu desanimo de novo, pois têm curso de inglês, mas novamente a imagem
dela surge e tudo vira luz novamente. Enfim, ela é, no momento, tudo que move o meu dia-a-dia.
As amigas dela são digamos que “patricinhas”, andam na moda, conhecem só os “caras legais” (eu não me encaixo, sou muito temperamental), mais velhos e tal, e quando ela esta com essas amigas e esses caras, a minha vontade é decepar a cabeça de cada um dos tais “legais”. Ela, uma menina linda, inteligente e esperta, eu, um nerdzinho conhecido como CDF, que sonha em fazer medicina e por isso estuda pacas, não combina muito. Mas espero que ela leia isso e saiba que o que eu sinto por ela é muito mais que apenas uma amizade, eu hoje posso dizer que eu amo ela e não vou desistir.
Capa, Victoria Justice na revista alemã Twist









